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Charge

Publicado: novembro 6, 2010 em Uncategorized

Na charge os paulistanos estão querendo viver somente com sua cultura, mas acabam usufruindo de outras culturas. Qual a opinião de vocês a respeito desta charge?

Postado por: Rafaela Fernandes da Rosa e Solange Woicheowski

O Brasil tem grande Diversidade Cultural devido as imigrações de outros países. A Diversidade Cultural está presente em nosso cotidiano, temos que aprender a respeitá-la.

Postado por : Rafaela Fernandes da Rosa e Solange Woicheowski

Encosto ou não encosto? Só o joelho. O que pode acontecer? Ela dizer “Mr. Lula, please!” Ai eu recolho o joelho, peço desculpas, “aimsórri, aimsórri” e pronto. Se eu soubesse falar inglês, explicaria. Sabe o que é, Elizabeth? Eu estava aqui pensando: quando é que, lá em Pernambuco, eu ia imaginar que um dia estaria sentado ao lado da rainha da Inglaterra? Não sei quem é que me botou aqui para tirar esta fotografia dos G-20. Não acho que tenha sido um pedido seu, “Quero o bonitinho de barba à minha esquerda”. Claro que não. Mas o fato é que estou aqui e o Barack está aí atrás em algum lugar, de pé e se perguntado o que eu tenho que ele não tem. O Sarkozy não deve nem estar aparecendo. Ficou atrás da Merkel e não vai sair na foto. E eu aqui ao seu lado, na primeira fila.

Isto significa muito, viu Elizabeth? Lá na minha terra vai ter gente se mordendo de raiva. Onde já se viu, aquele retirante nordestino que nem fala direito sentado à esquerda da Rainha da Inglaterra? Quando eu me elegi muita gente ficou horrorizada: como é que vai ser quando ele, um torneiro mecânico, tiver que nos representar num jantar oferecido, por exemplo, pela coroa inglesa? Vai ser servido na cozinha, para não dar vexame na escolha dos talheres. E aqui estou eu, sentado ao lado – com todo o respeito – da coroa inglesa em pessoa.

Se foi o protocolo que me botou aqui, ele acertou, viu Beth? Você queira ou não, não é só a rainha dos ingleses, é, simbolicamente, a rainha de todos os loiros de olhos azuis do mundo, incluindo o Barack. De todos os bandidos que causaram esta crise e hoje nos infernizam a vida. E, de certo modo, eu sou o seu oposto. Sou uma espécie de rei republicano dos não-loiros do mundo – ou pelo menos deve ter sido essa a idéia do protocolo aos nos botar lado a lado. Todos os outros chefes de estado desta fotografia seriam dispensáveis. A foto poderia ser só de nós dois e estariam todos representados.

E isto significa outra coisa também, viu Beth? Eu não me contentei em ter nascido na miséria, no Nordeste, e quis mais. Não me contentei em ser um torneiro mecânico em São Paulo e quis mais. Não me contentei em ser um líder sindical e quis mais. Não me contentei em perder eleição atrás de eleição, insisti e acabei presidente. Agora estou aqui, lado a lado com a Rainha da Inglaterra, num dos pontos mais altos da minha carreira, e também quero mais. Por isso minha perna se moveu e meu joelho encostou no seu. De certa forma, o movimento da minha perna foi o passo final da caminhada que começou em Pernambuco, tantos anos atrás. Já que, ao contrário de você, Beth, não posso ficar no poder para sempre.

Postado por: Rafaela Fernandes da Rosa e Solange Woicheowski

Discussão: Preconceito Cultural X Etnocentrismo 

    Qual a diferença entre etnocentrismo e preconceito cultural? Certamente não é uma dúvida comum, entretanto, vale à pena discutir.

    As principais diferenças então nos seguintes aspectos: o preconceito, de um modo geral, é a formação de uma idéia pré-concebida sobre algo desconhecido, que se torna fixa, portanto, ter preconceito com a cultura e os valores de certo grupo social é acreditar nos mitos que o envolvem. Já o etnocentrismo está mais ligado a supervalorização da própria cultua, em detrimento da cultura alheia, usando o próprio padrão de valores, para analisar os outros.

 

 

Leia mais no blog do autor :    

http://opniaoexpressa.blogspot.com/2007/09/preconceito-cultural.html

Etnocentrismo

      É um conceito antropológico, segundo o qual a visão ou avaliação que um indivíduo ou grupo de pessoas faz de um grupo social diferente do seu é apenas baseada nos valores, referências e padrões adotados pelo grupo social ao qual o próprio indivíduo ou grupo fazem parte.
     Essa avaliação é, por definição, preconceituosa, feita a partir de um ponto de vista específico. Basicamente, encontramos em tal posicionamento um grupo étnico considerar-se como superior a outro. Do ponto de vista intelectual, etnocentrismo é a dificuldade de pensar a diferença, de ver o mundo com os olhos dos outros.
    O fato de que o ser humano vê o mundo através de sua cultura tem como consequência a propensão em considerar o seu modo de vida como o mais correto e o mais natural. Tal tendência, denomindada etnocentrismo, é responsável em seus casos extremos pela ocorrência de numerosos conflitos sociais.
     Não existem grupos superiores ou inferiores, mas grupos diferentes. Um grupo pode ter menor desenvolvimento tecnológico, se comparado a outro mas, possivelmente, é mais adaptado a determinado ambiente, além de não possuir diversos problemas que esse grupo “superior” possui.
     A tendência do ser humano nas sociedades é de repudiar ou negar tudo que lhe é diferente ou não está de acordo com suas tendências, costumes e hábitos. Na civilização grega, o bárbaro, era o que “transgredia” toda a lei e costumes da época; este termo é, portanto, etimologicamente semelhante ao selvagem na sociedade ocidental.
     O costume de discriminar os que são diferentes, porque pertencem a outro grupo, pode ser encontrado dentro de uma sociedade. Agressões verbais, e até físicas, praticadas contra os estranhos que se arriscam em determinados bairros periféricos de nossas grandes cidades é um dos exemplo.
      Incluem-se aqui as pessoas que observam as outras culturas em função da sua propria cultura, tomando-a como padrão para valorizar e hierarquizar as restantes.
    Comportamentos etnocêntricos resultam também em apreciações negativas dos padrões culturais de povos diferentes. Práticas de outros sistemas culturais são catalogadas como absurdas, deprimentes e imorais.

 

Leia mais:  http://pt.wikipedia.org/wiki/Etnocentrismo

Etnocentrismo na escola

     O espaço escolar se presta a diversas análises. Podemos analisá-lo a partir das relações grupais ou, mais especificamente, procurando entender as dificuldades E problemas que ocorrem nas relações entre os grupos. E uma categoria antropológica que nos ajuda a entender essa problemática é a do etnocentrismo.

      O espaço escolar é um dos espaços em que se reúnem seres humanos com as mais diferentes procedências. E aqui começa a se manifestar o problema: Nós, os humanos, nos consideramos únicos e, por isso mesmo, achamos que somos donos da verdade. Tudo que não é nosso ou que não procede de nós, é considerado como uma espécie de afronta, oposição, falsidade, ameaça… Essa situação está na base da caracterização do etnocentrismo.

      A postura etnocêntrica é um dos primeiros entraves ou uma das primeiras dificuldades para que as pessoas se associem, formando grupos. Além disso e em seguida, após o grupo formado, podemos observar a dificuldade dos diferentes grupos se relacionarem. Da mesma forma que o indivíduo sente dificuldade em aceitar a verdade do outro, na relação entre os grupos isso também ocorre: A verdade de um grupo, em confronto com a verdade do outro produz os choques e os atritos tão presentes nas manifestações dos grupos de jovens, nas gangs, nas patotas juvenis. Podemos, inclusive, dizer que as brigas e confrontos entre traficantes, tão noticiados pela grande imprensa, além de todas as caracterizações sociológicas, políticas e sociais que possam ser feitas, também podem ser vistas como manifestação etnocêntrica.

     Tudo isso que se observa nas relações sociais ocorre no universo escolar. E até, por que não admitir, também na sala de aula, pois também nesse espaço ocorrem relações conflitivas e se manifestam divergências entre os grupos rivais. Se nos dermos ao trabalho de conversarmos com um professor veremos como são freqüentes as situações em que se manifestam posturas etnocêntricas na relação entre estudantes. Desde os problemas de aceitação e entrosamento de um aluno novato na sala, como na formação de grupos de trabalho, para executar alguma atividade escolar cotidiana.

      As realidades que manifestam algum tipo de choque cultural podem ser vistas como uma manifestação etnocêntrica não só nas relações sociais como também no ambiente escolar e dentro da sala de aula. O etnocentrismo manifesta-se como uma espécie de monólogo: um “eu” conversando consigo mesmo, desconsidera a fala do “outro” e os possíveis valores desse outro. Ou, pior ainda, nega o outro ao mesmo tempo em que nega sua fala; ao lhe negar a fala, nega seu valor e esse “eu” faz isso se supervalorizando e se afirmando.

     Quando esse monólogo ocorre amplia-se a rivalidade, pois, nesse caso se acentuam as diferenças. A manifestação das diferenças, quando observada no ambiente escolar, passa a ser vista não como elemento educativo, mas como elemento provocador de maior divisão, pois, a partir da postura etnocêntrica, não se acentua o diferente como elemento agregador de valores, mas como elemento negador de proximidade. Assim sendo, o “eu” relaciona-se com meus iguais negando os diferentes e as diferenças. Observa-se, portanto que os diferentes não se completam nem se atraem, como se diz na gíria popular, mas se repelem. A tendência é nos aproximarmos dos nossos iguais ou dos conhecidos afastando-nos dos diferentes ou estranhos. Essa situação pode ser comprovada, em sala de aula, na medida em que os professores propõem trabalhos em grupo, alterando as relações e grupos já cristalizados: ocorre uma forte resistência, por parte dos estudantes. E fazem isso apresentando os mais diferentes argumentos.

       Outra questão a ser observada é com relação à postura do professor em relação aos grupos ou posturas comportamentais dos alunos. Quando isso se manifesta na sala de aula, muitas vezes a tendência do professor não é observar o que está ocorrendo e buscar uma alternativa dialogada para, a partir das diferenças, construir relações de busca de pontos convergentes, mas de tomar partido. Tomando partido o professor está julgando um contra o outro, pois o professor toma partido. Em geral o professor toma partido, porque ele também se identifica com este ou aquele grupo. Entre o grupo dos comportadinhos e os “peraltas do fundão” é quase comum o professor optar pelos comportados, desenvolvendo uma postura hostil em relação aos peraltas. Nisso já está manifestado um ato de escolha o qual decorre dos juízos produzidos; juízos esses que nascem a partir dos valores desenvolvidos e prezados pelo professor que valoriza aqueles que manifestam atitudes que se aproximam dos comportamentos previstos nas normas propostas (ou impostas) pelo professor.

       Embora a perspectiva antropológica seja a afirmação da relativização visto que as diferenças entre os grupos não ocorrem porque haja real divergência, mas porque as experiências de vida e os pontos de vista são distintos, podemos perceber que a ação escolar ainda tem dificuldade em relativizar. Em muitos casos ainda se manifestam as tomadas de posição em que o professor ou a escola escolhem um lado. Normalmente o lado dos comportados contra os “peraltas”.

      Existe, para isso, solução? A resposta vai depender da capacidade que os integrantes do ambiente escolar tenham para não se envolverem com este ou aquele lado, com esta ou aquela situação, mas, tomando uma distância sejam capazes de promover a interação das situações ou dos grupos antagônicos. A postura poderia ser aquela a partir da qual se possa valorizar o diferente não por ser diferente, mas porque possui elementos prenhes de novas informações possibilitando novas aprendizagens.

      Mas a dificuldade permanece não porque os envolvidos no processo formativo não queiram um ambiente escolar mais pacífico e integrado, mas porque esse grupo também forma um grupo em atrito. Pode até tomar uma posição favorável a este ou àquele grupo, mas o faz não como membros de grupos na busca da interatividade, mas como grupo dominante que deseja a submissão do “grupo rival” às normas estabelecidas.Esse grupo dominante tem resposta pronta a ser aplicada ao ambiente escolar. Dessa forma o grupo formador passa a exercer seu poder sobre os demais grupos, aliando-se a uns e silenciando aos outros pela aplicação das normas pré-estabelecidas pelo grupo dominante e representante do sistema.

       Tendo isso presente podemos dizer que é difícil perceber uma postura relativista no ambiente escolar. Mesmo o professor, que normalmente está na linha de frente tanto do contato com os diferentes, como em contato com os atritos manifestados pelos grupos sobre os quais exerce seu poder de lente, apresenta-se aos estudantes como autoridade e é uma autoridade. Quando permanecem relações de superioridade e subalternidade permanece a diferença entre os grupos. Essa situação de superior x inferior é uma das que mais cria dificuldade a qualquer perspectiva relativisadora. Como estabelecer um contato de relatividade se o professor – ou a instituição escolar – precisa fazer valer alguns princípios desse grupo (escola ou professores) ou princípios  já estabelecido para produzir um ambiente em que os diferentes sejam tratados a partir dos mesmos critérios?

        Em tudo isso, se admitimos que o ambiente escolar também enfrenta os problemas do etnocentrismo, como entender, aí, a posição e a postura do professor?

       Da mesma forma que no ambiente escolar deve haver uma constante vigilância no sentido de minimizar imposições etnocêntricas, criando um ambiente em que seja possível relações relativizadoras o professor deve se manter vigilante. Não se trata de negar os valores pelos quais a escola preza, mas de criar ambientes capazes de estabelecer diálogos em que os diferentes possam se manifestar em sua plenitude para, ao serem conhecidos, serem valorizados e a partir disso seja possível ocorrer os processos de aprendizado. Cabe ressaltar que é possível mais aprender com o diferente do que com o semelhante. Aquele a quem já conhecemos raramente nos trará novidades, pois faz parte do nosso cotidiano. Por sua vez o desconhecido ou o membro do outro grupo sempre tem algo que pode nos proporcionar algum aprendizado, pois não convive conosco no cotidiano, e, além disso, possui outras relações, outras informações, outras perspectivas a respeito da realidade e do mundo

       A relação com o grupo de semelhantes nos ajuda a manter aquilo que já nos é próprio ou as categorias pertencentes ao nosso grupo. A relação com os semelhantes é uma relação de manutenção e preservação de valores e não a abertura de novos espaços e oportunidades. Exatamente o contrário é o que acontece na relação com o diferente ou o estranho: essa relação ocorre colocando em cheque os valores e saberes do grupo de semelhantes ao qual nós pertencemos. Além disso o outro coloca em cheque os nossos valores para que possamos nos pré-dispor ao novo. O processo de aprendizagem, assim como o processo de interação só tem perspectivas crescentes quando se consegue ultrapassar as próprias fronteiras, as posturas etnocêntricas, para nos lançar em direção de outros universos…

Neri de Paula Carneiro – Mestre em Educação, Filósofo, Teólogo, Historiador.

    Leia mais: http://www.webartigos.com/authors/1189/Neri-de-Paula-Carneiro&gt;; <www.brasilescola.com.br>

 

Relativismo Cultural

    O relativismo Cultural é uma atitude tolerante em relação à outra cultura, atribuindo o bem ou o mal de forma “relativa à”. Porem, nos pomos a parte, apenas como observadores receptores, que aceitam as diferenças sem se enriquecer com elas, sem influenciar e deixar-se influenciar pelo diferente.

    Através do relativismo cultural, grupos diferentes podem conviver de forma harmônica sem se interrelacionarem e se interconstruirem. De forma mais bruta, os grupos diferentes toleram-se a fim de bem viver no mesmo espaço.

    Este tipo de pensamento funciona como uma faca de dois gumes para o profissional de Design, pois ao passo que se trata de uma forma de pensar mais aberta que a etnocêntrica, podendo aceitar com mais facilidade o diferente em outras formas de pensar, o profissional acaba não se envolvendo e se interrelacinando de maneira a enriquecer com sua própria experiência dentro de um projeto, deixando de adicionar características somatórias de sua própria experiência cultural ao trabalho, e de sua parte deixando de capturar para si características que possam lhe enriquecer quanto pessoa e profissional.

 

Leia mais:   http://www.scribd.com/doc/7635488/Dissertacao-Critica-Etnocentrismo-e-Relativismo

 

Postado por:  Millena T. Carvalho e  Beatriz M. Silva

Preconceito Com a Diversidade

Publicado: novembro 4, 2010 em Uncategorized

O assunto é HOMOFOBIA. Vários homens e mulheres do mundo inteiro, por terem como orientação sexual diferenciada, sofrem com a homofobia.

A homofobia é um tipo de preconceito contra homosexuais, por pessoas que sentem “nojo” das pessoas com essa orientação sexual. Existem pessoas que dizem que a homofobia é feita pelos próprios homosexuais por terem medo do que os outros podem dizer ao seu respeito.

Mas na verdade a homofobia não esta com nada, em pleno segulo 21 as pessoas deveriam abrir sua mente e respeitar mais as diferenças.

Quer ver mais sobre que a homofibia é um preconceito fora de moda acesse

http://homofobiajaera.wordpress.com/

 

Gabriela

 

Preconceito racial

Publicado: novembro 4, 2010 em Uncategorized

Todos são iguais perante a lei e a sociedade.
Essa é a teoria, mas não é o que se verifica na realidade.
Embora convenientemente  disfarçado sempre existe um preconceito,
discriminando as pessoas,  conforme a cor de sua pele,  ou suas condições so-
ciais.
Em diversas situações,  notamos que a discriminação racial,  é algo in-
discriminada.
Não se pode falar  apenas de preconceito desta raça contra aquela ra-
ça, pois o que existem são pessoas preconceituosas,  não se podendo genera-
lizar um julgamento.
Basta olhar para a situação mundial para ver  que o  preconceito racial
existe no mundo inteiro,  tantas são as guerras e lutas inter-raciais de que to-
mamos ciência através da imprensa escrita e falada.
Portanto,  é necessário que se faça  uma espécie  de lavagem cerebral
nas pessoas preconceituosas,  para que  possam entender que  a bondade  e a
maldade são intrínsecas  ao ser  humano,  e em doses individuais,  sempre de-
pendendo da maneira em que sua vida se desenvolve.

Pode-se notar que as crianças nascem sem preconceitos.
Brincam entre si,  independendo  da cor da pele  ou das condições so-
ciais.
Os adultos é que vão colocando dentro de suas cabecinhas que tais ou
quais amiguinhos devem ser afastados, “porque são diferentes”.
Na realidade,  é preciso apenas que se discrimine pessoas por suas ati-
tudes, por seu aspecto interior, e nunca por seu aspecto exterior.
O que torna as pessoas boas ou más,  é sua alma,  nunca  a cor  de  sua
pele,  ou sua crença religiosa,  ou o lado da fronteira em que nasceu,  ou se é
rico ou pobre.

fonte: http://www.crlemberg.com.br/cronicas/marcial/preconracial.htm

 

Thaís e Ana Cristina

Postado por: Letícia, Amanda Rebeca e Keilla.